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Di(ar)io de um louco

Viagens aos tormentos, às depressões, aos vazios, e ao drama! Ao amor, e à morte!

Di(ar)io de um louco

Viagens aos tormentos, às depressões, aos vazios, e ao drama! Ao amor, e à morte!

O poder do sexo, do amor, do prazer, e da mulher!

- Queres mais puta? - Jonh fixa o seu olhar excitado e enervado sobre Helen.

- Quero! Fode-me! Só isso?! Não consegues mais? Hoje foste o único que não me conseguiu dar prazer!

- Puta! És uma puta! Uma cabra! "Tu és o único que hoje não me conseguiu dar prazer"? E tu és a única cabra que fodo hoje! Vira-te!

Jonh, cheio re raiva, vira-a numa posição lateral e pergunta-lhe baixinho ao ouvido:

- Anal, já exprimentaste?

- Hãn? Anal? Eu nunca fiz isso! Dói... tenho apenas 20 anos e nunca tentei exprimentar isso. Ah! Ai... estás a magoar-me! Ah.... dssss...

- Xiu! - Jonh, enquanto a penetrava, lembrava-se do amor que ainda sentia pela menina mimada que conhecera na escola primária. De si, saíam lágrimas de arrependimento, compaixão, pena, e ao mesmo tempo raiva. Não queria amar uma mulher assim! Ela gemia e deixava sair do profundo da sua alma uma enorme tristeza, acompanhada de lágrimas que comrrompiam o silêncio daquele quarto.

- Pára Jonh! Pára, por favor. Estás a magoar-me. Pára! Olha para ti! Um sentimento de raiva toma conta de ti.

- Raiva! Dizes que hoje fui o único homem que não te deu prazer, e não queres que fique assim?!

- Abraça-me...

- Não, deixa-me!

- Pára, hoje não fiz sexo com ninguém! Lembras-te que no inicio saiu sangue, e ainda continua a sair?

- Sim... era o pedríodo! Era, não era? Tu disseste que era.

- Não, não era... eu era virgem, até ambucado iniciar relações sexuais contigo. Eu era virgem! - Como? É impossível! - Mas era! Tens de acreditar em mim porra! Caralho! Achas que sou uma puta, a cabra que todos dizem que já foderam e levaram para casa? Olha para ti! Com 22 anos pareces uma criança a pensar. Jonh baixa a cabeça, estupefacto. - Olha para mim! - Nua, levanta-se e vai ligar a luz do quarto. - Olha para mim! Isso era o que os teus amigos queriam. Uma cabrões, uns filhos da puta que te invejam, e que me desejam. - Olha nos olhos do Jonh. - Nunca quis, nunca vou querer. Sempre souberam que te amava! Ao invés de te dizerem isso, iam em coro dizer-te que me tinham fodido! Falar é fácil... - Sorri. Realmente, Helen, tinha um corpo desejável, de sonho. Tenho os olhos verdes, era morena, e o seu cabelo era "mágico". Fazia com que todos os homens e mulheres a desejassem eternamente. - Eu também sempre gostei de tudo... amo-te. Mas quando amas alguém que se entrega a todos, ficas de pé atrás. Eu estava assim. Enquanto fazíamos sexo, arrependi-me. Sabes, esta é a certeza que depois de tantos anos, desde que entraste na escola, ainda és a pessoa que amo e guardo a esperança que possamos construir familia. - Jonh, sempre foste tu! Não entendes? Nunca me entreguei a ninguém, mas hoje não me arrependi de nada do que fiz contigo. - Se certeza? Entrega-te a mim, sê feliz comigo... - Sorri, e passa-lhe a mão naquela perna morena que o fazia desejar mais sexo. Ela aproxima-se, morde-lhe a orelha, dá um suspiro e diz: - Hoje sou toda tua, faz o que quiseres, fazem-me ter o prazer que sempre desejei ter contigo. - O Jonh morde o lábio, e passa-lhe a língua das mamas ao pescoço. - Tudo? - Tudo Jonh, menos vires-te dentro de mim. Prometes? Não faças asneiras. - Ah ah agora! Porque o haveria de fazer? Tenho cara de irresponsável?

- Hum...

- Helen, desculpa a brutalidade de ambocado. Amo-te...

- Calata-te, beija-me, faz-se ter o prazer que nunca tive.

Jonh fixou o seu olhar nas grandes e escitadas mamas da sua amada, e encostou-a à parede.

- Preservativos, tens mais?

- Confia em mim, xiu... - Leva-a até à sala do seu apartamento luxuoso, e senta-a na mesa de vidro, oferecida pela elite maçónica que fazia parte.

Beija-a, cupa-lhe as mamas.

- Pára, pára... tens chantilly?

- Tenho... espera aqui.

Dirige-se à cozinha e trás uma "embalagem" de chantilly. Passa-lhe na boca, no pescoço, nos bicos das mamas, e segue em linha até ao clitóris.

- Hân... aaah... amo-te... chupa-me! Jonh faz-me chegar ao orgasmo..

Ambos nus, ele deixa ir a sua língua desde as mamas à vagina. Ela tremia de prazer, enquanto Jonh lhe fazia sexo oral.

De seguida, conduziu os seus dedos à boca de Helen, e leva-os novamente à vagina. Estava molhada, e enquanto Jonh a chupava, ela excitava-se mais a cada segundo.

- Mete-te de quatro...

Ela apoiou-se na mesa, e abria as pernas enquanto se metia de gatas.

Ele acariciava-lhe a vagina com os dedos, e deixava cair a ponta da língua no clitóris molhado de Helen.

- Aaaaah! Quero mais, dá-me mais! 

O Jonh agarou-a pelo cabelo, puxou-a para trás e voltou a chupar novamente.

Atingia o orgasmo em cinco minutos.

- Agora é a tua vez, aceitas?

- Vamos para o quarto... - Já no quarto ele continuou em pé. - Deita-te e não te mexas.

Ela deitou-se no fundo da cama, e passou os lábios no pénis do Jonh. Com a língua, lambia o esperma que saia do orificio peniano.

- Tão bom. Pensei que isto fosse enjoativo.

- Ah, ah, ah! Só tu mesmo Helen.

- Cala-te e prepara-te para receberes o melhor sexo oral da tua vida.

- Tão grande... Ela continuou a chupar até que decidiu inseri-lo todo dentro da boca.

Ficou tímida quando ele olhou para ela e pediu mais.

- Não tenhas vergonha, continua.

Ela xupava, mordia, lambia, e fazia xupões, enquanto o pénis continuava teso.

- Que caralho tão bom! Adoro! - Ela sorriu, e começou também a "chupar-lhe" os testículos. - Quando te estiveres a vir, avisa...

- Estou quase...

Ela volta a meter o pénis na boca,  até tentar chegar com ele ao fundo da garganta, fazendo um movimento vai-vém muito rápido. Aguniou-se.

- Já está, Helen!!! Aaaaaaaahn...

Da boca dela, transborda esperma que acaba de sair do pénis do seu amado.

Engole um pouco. O resto que estava nos lábios, ela começou a limpar com a própria língua.

- Deixa-me ir também limpar a mim...

- Jonh, deita-te eu limpo mais uma vez e vamos continuar. Estou tão excitada, quero que me faças vir com o teu caralho que me enche de tesão. Começa com calma, tu sabes o porquê.

- Prometo... - Beija-a.

Depois de o chupar novamente para o "limpar", meteu-se em cima dele.

- Mte com calma, por favor! - Ela, com medo, meteu da sua própria saliva na vagina, para escorregar melhor. - Ai, ai, aaaaah... vai!

Enquanto fodiam, beijaram-se. 

Chuava-lhe as mamas, mordia-lhe a língua, e fodia cada vez com mais força.

Enquanto ela gemia, ele masturbava-a, mexia-lhe no clitóris com os dedos e levava-a à loucura.

- Fode-me! Com mais força, vá lá. Vem-te dentro de mim! Mete-me esse caralho todo. Ai! Aaaaah!

- Vai tu para baixo amor...

Ela saiu de cima dela, mas ainda houve tempo de lhe chupar novamente o caralho que a deixava louca, molhada e totalmente excitada. Ele chupou-lhe as mamas e deitou-a.

- Abre as pernas... - Jonh continuava apaixonado pelo olhar de Helen. Nunca a conseguiu esquecer. Aquele cabelo, aquele tom de pele tão moreno, a pele tão macia. Deixava-o louco de amor.

Começa a beijar-lhe o pé. Mete a língua na perna e começa a subir devagar. Ambos dão suspiros de excitação. O cheiro dela deixava-o ainda mais excitado!

Chega às virilhas. Passa-lhe a língua. Estava depilada não fazia muito tempo. Olhava para ela, e via o quão poder tem uma mulher no sexo.

Abriu-lhe a vagina com os dedos, e meteu lá a língua. Lambia para cima e para baixa. A sua língua envolvia-se com a vagina de Helen. Chupava-lhe o clitóris novamente, e sugava o liquido que saía da vagina de Helen.

Antes de iniciar a penetração, massajou-lhe e chupou-lhe os lábios vaginais. Meteu novamente os dedos e fê-la atingir outro orgasmo. Os seus gemidos ouviam-te em todo o apartamento.

- Aaaah! Não aguento! Ai... estou tão molhada, e já me vim novamente. Vem-te dentro de mim para irmos dormir... hânnn!

Transpiravam imenso, estavam cheios de vontade! O Jonh queria-se vir para irem dormir.

Levantou-se novamente. Meteu-se em cima dela e abriu-lhe as pernas para iniciar a penetração.

- Pára, vou-me posocionar de lado. Fodo melhor assim, doiem-me muitos as pernas, vá lá.

De posição lateral, afastou um pouco a perna dela, e meteu lá dentro o seu pénis. Começou a penetrála novamente com força. Jonh estava com fome de sexo.

Puxava-lhe o cabelo, mordia-a, beijava-a. De repente, ela sente contrações dentro da sua vagina. Ele acabara de ejacular dentro da vagina dela.

- Já te vieste? Estou a sentir-me colada e muito molhada em baixo.

- Já. Desculpa. - Tirou o pénis, e ainda saiu esperma para cima do cu dela.

Ela afastou-se, e o esperma dele escorria pela sua vagina fora.

Limpou-se numa toalha, estava muito cansada.

- Amo-te, nunca me abandones, és o homem que sempre quis e sempre desejei.

Beijaram-se e adormeceram abraçados.