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Di(ar)io de um louco

Viagens aos tormentos, às depressões, aos vazios, e ao drama! Ao amor, e à morte!

Di(ar)io de um louco

Viagens aos tormentos, às depressões, aos vazios, e ao drama! Ao amor, e à morte!

O Homem, o amor, a tristeza, e a saudade

Correm-me as lágrimas pela amargura do destino! O sentimento que me abraçava todas as noites, sumiu. Não entendo... já não entendo o amor! É uma maldição, aos olhos dos que nada têm e dos que nada vão ter. É blasfêmia aos que querem muito! Do mar da minha alma, grito à minha mente. Navega sem mim, sem o espírito da felicidade, com a dor, a agonia e o choro que os pesadelos me têm acompanhado! Insanos! O Homem que não crê no amor, é insano! Porém eu admito, sou tudo o que desejam, só não acredito nessa blasfêmia que é o amor. A blasfêmia que acompanha os homens maus! Que abraçam, sorriem, choram, cantam, enganam e dizem que amam! Saudade, hoje vieste falar comigo... perdoa-me fui obrigado a virar-te costas, a gritar, e a refugiar-me onde não me encontras! Saudade, perdoa-me porque eu não sou capaz de o fazer. Tu és o passado, o choro, e as lágrimas que saiem do coração do Homem em desespero! Hoje perante a destreza e a ironia da vida, apresento a minha ira e volto a chorar. Lamento-me novamente ao meu mar de agonia, de tristeza, e das lágrimas. Pelas viagens do tempo, ouvi que só os homens fortes choram. Hoje acordei, e olhei para a imagem da tristeza, e da saudade... juro que não é muito longínqua! Mas o coração virou-me costas, deixou-me sem forças e acompanharam-ne de novo as lágrimas. Caminho para o abismo, para onde os bons desejam, sem que tenham pecado ou feito tudo mal!