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Di(ar)io de um louco

Viagens aos tormentos, às depressões, aos vazios, e ao drama! Ao amor, e à morte!

Di(ar)io de um louco

Viagens aos tormentos, às depressões, aos vazios, e ao drama! Ao amor, e à morte!

Pobre de mim!

Sabes o que dói? É saber, que se pode ser feliz, e a alma não quer. Teme! Está corrompida, os laços estão desfeitos. O Homem, é destruidor, desde o princípio das Eras. Mas ela, ah! Ela, era a beleza que Deus enviou por engano, ao paraíso que os homens clamam como Terra! "Insanidade"! Gritava-se em Veneza. Se Shakespeare cá estivesse. Ah, como eram belas e profundas as suas sinas e olhares! Amar-mos e odiarmos. É uma escolha. Uma escolha que rompe, e vai fugindo ao coração. Há muito, e muito tempo, no mundo das fadas... Ei! Bem-vindo ao Mundo real. A tua beleza, soa como as manhãs de Outono, e o nevoeiro espreita a terra. O teu olhar, esconde mais, do que o próprio Universo quer falar ao próprio Deus! Espera lá, Deus, sabe de tudo. O Mundo, terra de viajantes que amam, e odeiam amar. Quando me tocava, as suas mãos, eram os próprios anjos a levar-me para Ele. Uau! Que sonho. Se um é feliz, imagina dois coraçoes, apaixonados e preenchidos. Mas sabes, o passado foi mau comigo! Era como se a professora, me voltasse a dar com a régua, só porque comi uma bolacha na sala de aula. Tinha fome! Fome de amar, de ser feliz, de ter alguém. Escrevi isto tudo, e contínuo sem perceber o que realmente queria dizer.