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Di(ar)io de um louco

Viagens aos tormentos, às depressões, aos vazios, e ao drama! Ao amor, e à morte!

Di(ar)io de um louco

Viagens aos tormentos, às depressões, aos vazios, e ao drama! Ao amor, e à morte!

Olhares cruzados.

Já a tinha visto numa festa da cidade. Era nova ali. Estagiava. Estudou Direito. Já tinham trocado olhares. Era atraente, tinha no olhar o poder do Mundo. Eram verdes aqueles olhos. Alta, morena, o cabelo era liso, pela cintura. Sarah, tinha um sorriso que excitava qualquer um. Hoje, havia uma festa num palácio. Foram ambos convidados. Philipe, sai do seu Bentley. Fato preto, camisa branca. Levava um laço. Alto, moreno, olhos castanhos, barba definida. Era elegante, tudo o que uma mulher deseja. Acima de tudo, era rico. Era um famoso empresário italiano. - Nome, por favor? - Philipe. Philipe Sam! - Tem mesa reservada, senhor. A menina da mesa doze, está consigo. O quê? Estava ali Sarah na sua mesa! De vestido vermelho. Aqueles lábios... Philipe só imaginava a penetrá-la. E, imagimava-a a ela, a fazer-lhe um belo sexo oral. Trazia uns belos saltos altos. Aquele pé elegante. Philipe, desejava-a. Desde o primeiro olhar! Na mesa, estava um vinho do Porto. Em Itália apreciavam muito. - Prazer Philipe! Sou a Sarah. - Como sabes quem sou? Ela sorri. - Sei tudo o que quero. Tenho o que me apetece, quando eu quiser. Philipe sorri. Foi uma bela noite. A festa, foi num palácio. Fazia sonhar qualquer um, aquela vista... Philipe, só queria sexo. Tinha 32 anos, ela 27. Dançaram juntos. Na sala, todos olhavam. Ali, só entravam ricos! - Já é tarde. Vou para casa. - Vais com quem? Eu, posso levar-te. - Queres? - Sarah aproxima-se dele, fala-lhe baixinho ao ouvido: - Tenho "fome". Philipe, fechou os olhos. Só se imaginava a penetrá-la com toda a força, a ouvir cada gemido seu. No caminho, nem conversaram. Ela, sorria-lhe... - Philipe, desde que te vi, tenho fantasiado contigo... Abre a porta de casa ao mesmo tempo. - Comigo? E como? - Tenho-me masturbado. Faço o que não me "dás". É prazer, sexo. E prefiro sentir-te dentro de mim, do que ser eu a ter uns brinquedos sexuais, que nada me servem. Olha para ela, morde-lhe o lábio, beija-a. - Tira a roupa, Sarah. - Tira tu, sê cavalheiro. Envolve-a nos seus braços fortes. Tira-lhe a roupa. Estava sem soutien. Tinha umas belas mamas. Grandes. Beijou-as, passou-lhe a língua. Ela, atinge rapidamente o orgasmo. Ela, mandou continuar. Gemia baixinho. - Geme, à vontade. Não tenhas vergonha, solta-te. Enquanto isso, conduz a sua mão para aquela vagina. Estava sem cuecas. Passa-lhe os dedos com saliva. Ela olha, e morde os lábios. O olhar dizia tudo. "Continua, não pares. Fode-me." Philipe, envolve a sua língua desde as mamas à vagina de Sarah. Encolhe a pernas. Mete-se de barriga para baixo. Está muito excitada. - Huummm! Aaah...! Dava-lhe prazer com os dedos, e fazia-lhe o melhor sexo oral que ela já havia tido. Ela, estava a adorar. Queria mais! Sarah, tira um preservativo da gaveta. Era louca por sexo. Quis ser ela a abrir. Com a boca, meteu o preservativo no pénis de Philipe. Fecha os olhos e geme. Esta, ao mesmo tempo que o masturba, passa-lhe a língua. Nunca o tinha feito. Mas aquela boca, fazia Philipe ter mil ideias para aquela noite. A protecção rebenta, e ela continua. Philipe, atinge o climax. - Tens outro? - Não confias em mim? É que eu, não gosto de plásticos. Mete com calma. Ela, abre as pernas. Philipe, olha para ela. Passa saliva nos lábios vaginais de Sarah. Estão molhados, excitados. Ela, acaricia o pénis dele, e diz-lhe para começar. Começa a loucura do sexo. As suas línguas, trocam prazeres e pensamentos de pura excitação. Está toda transpirada. Philipe, chupa aquelas mamas morenas e duras. - Vai, não pares. Por favor, não pares, fode-me! Foram quinze minutos, até que ele chegou ao "ponto". - Continua Philipe. - Queres tentar sexo anal? Ela sorri. Diz que sim. Antes disso, fazem a famosa posição do 69. As suas bocas, descobrem cada canto para xupar. Sarah, passa toda a lingua naquele pénis erecto com vontade de ejacular para cima das suas mamas, ou para aqueles lábios que faziam um homem ficar louco. Atinge novamente um enorme orgasmo. Ele, passa a sua língua no seu clítoris e não para. Ela, continua a xupar. - Quero sexo. Penetra-me! De lado, Philipe penetra-a no ânus. Tinha um belo rabo, dava vontade de beijá-lo. - Ah! Ah! Calma. Estás a magoar-me. Philipe, abranda. Reinicia a penetração. Nunca tinha experimentado sexo anal. Foram os melhores trinta minutos da sua vida. Sarah, continuava louca. Queria acabar, mas também queria prazer. - Fode-me! Com toda a tua força, Philipe! Por favor, não pares. Mete-a de gatas. Puxa-lhe o cabelo. O seu pénis, está todo molhado. "Desejoso" de trocar liquidos, com os lábios vaginais de Sarah. - Aaah! Vai! Não pares! Ela, agarra-se aos lençois, enquanto o seu cabelo é puxado de maneira excitante. Sente-se o homem mais poderoso de Itália. E secalhar, o era! Tem uma mulher louca na cama. Olha para aquele grande rabo, e pensa em todas as loucuras possíveis. Ela, geme alto. Chega ao orgasmo e tira o pénis dele de dentro do seu corpo. - Sarah, desculpa! - Enquanto isso, ele mete o pénis no belo rabo de Sarah. Philipe, ejacula líquido dentro dela. Limpa-se. Vai à WC tomar banho. Está toda molhada. Dentro de sí, e entre as pernas, saí esperma. O liquido que ele lhe deixou dentro. Philipe, segue-a com os olhos, e sorri-lhe. Tinha um corpo de sonho, e um sexo de outro Mundo. O sono, veio ter com ele.

"Uma batalha inesquecível" Mirandela

Decorreu, no passado dia 24 de Setembro, na Biblioteca Municipal Sarmento Pimentel. Decorriam as quatro horas da tarde, num sábado belo e caloroso. O Sol espreitava. Esteve imensa gente presente. Muitas delas, eram amigas, outras, foram pessoas que conheci. Como oradores tive a Dra. Gracinda, onde emocionou a plateia com doces e breves palavras. No fim, tivemos um lanchinho, preparado pela Câmara Municipal, para os convidados. Quero agradecer à Câmara Municipal de Mirandela, o apoio prestado, para que o livro fosse apresentado ao povo mirandelense com sucesso. Até à próxima Mirandela!

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Inspictarion

O que é a saudade?

É sentirmos falta! De algo que não morreu. Essa, some, consome, e destrói almas e enfria um belo e humilde coração!

Se te rejeitam, faz o mesmo. A vontade, essa propicía, leva-nos ao abismo!

Mas a saudade... causa-me desconforto. Sorrisos, e abraços que um dia fizeram sentido hoje, nem queremos saber a quem pertenciam. Amar, é um instinto do humano, de qualquer ser. O ser mais terrível da Terra, guarda um espaço no seu pobre coração angustiado, para ser aceite.

Num mundo tão podre como nosso, cheio de padrões para com a sociedade, amar é pecado.

Ei, acorda! Não podes odiar algo que partiu, mas amar também não! Aquilo que amamos, não morreu. Desapareceu, mas acredita, um dia virá. Repesa de erros e lágrimas a si própria.

É algo amargo, que nos enfraquece, mas também fortalece! Aprendemos com os erros. Um dia, damos tudo, no outro, desistimos, até de nós próprios! Ama alguém que te valorize. No primeiro raio de Sol, te mande mensagem a dizer que tem saudades tuas. Sozinhos, numa batalha contra nós próprios, mostramos o orgulho, a nossa pobre alma chora. 

A saudade, destruidora da beldade, do bom senso. À nossa volta, nada mais existe. O Mundo, torna-se severo ao coração. A nossa alma torna-se fria.

Se há volta? Ei, algo partiu, nunca mais te vou ver, o meu espirito foi embora. Agora, sou carne, fria, e inconsciente dos erros tornados pesados pela mão humana! Realmente, a saudade, essa, bela aos olhos dos sonhadores, torna-se pesadelo aos que apelam à paz.

Talvez, num Mundo diferente, eu e tu, nos encontre-mos. Vamos matar as saudades, lembrar cada viagem juntos, cada abraço. Quando eu estava certo, dizia estar errado. O meu coração, chorava de alegria, sobressaltava aos Céus! O Cosmos, entoava sons a nosso favor.

Esse, o humano, sobrecarregado de falhas, qualidades, um ser mortal!
Só os bons ficam eternos. Os maus? Esses, são mitos!