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Di(ar)io de um louco

Viagens aos tormentos, às depressões, aos vazios, e ao drama! Ao amor, e à morte!

Di(ar)io de um louco

Viagens aos tormentos, às depressões, aos vazios, e ao drama! Ao amor, e à morte!

Eu, sou a morte...

Eu sou a morte. Destruição desde o principio das Eras! Desde Cristo, antes da matéria, depois da ciência. Para, e pensa! Centra-te, no teu caminho. Desde o dia em que largas-te o choro, a tristeza vive! 

Não pode continuar assim. Fecha os olhos. Eu, era assim. Sabes, eu era feliz. Agora, vivo para além de sonhos, tornados pesadelos pelo Homem! Sonhei imenso. Sonhei com a paz, prosperidade. Por onde eu passo, levo tudo, não resta nada! Os sonhos? Eu enterro-os. 

Para novamente. Olha para o teu passado. Sorris. Era belo, majestoso, era vida! Depois que eu cheguei, já sabem!  Eu, sou a morte!

Naquele dia chuvoso, as nuvens estavam  tristes. Os pássaros, pararam de louvar à Natureza. O Sol, escondera-se! Temam todos a destruídora de Mundos! A morte... Eu, estava pálido. Sou um temente da escuridão, da solidão. Sem as pessoas pessoas que amamos, ficamos ali, sós. Para sempre!

Eu sou a morte! Faço sangue, ranger de dentes, medo, assombro. Esses, provocados pelo humano!

Estava ao lado de alguém especial. Ninguém me via! 

- Ei, eu estou aqui! Choro... choro. Sozinho, numa guerra provocado pela ganância Ocidental.

Foi o dia mais amargo dos Céus, o meu!

- Mãe... estou aqui. Não me abandones, tenho medo do escuro, de estar sozinho, de ficar sem ti! Mamã, vou sentir tanto a tua falta. Dos carinhos, que faziam de mim, o mais forte no luar mais tímido da Terra! Do teu dócil olhar. Tu compreendes-me. Nunca mais te vou poder fazer companhia. Até sempre mãe!

Os meus amigos infância, não me viam. Era estranho. O Homem, é horrivel, assassino!

Essa, a morte, consome corações. Humildemente um mau coração, tem percepção do horror que, uma vida vale! A vida,não tem preço. É algo fundado desde os tempos, desde Cristo, desde a Lei. Imagina tu, passei uma noite sozinho, ao meu lado, estavam crianças. Desanimados, tristes, uns choravam, outros olhavam na pobreza de um coração humano. Falta lago! Falta vida. Essa conquista-se, valoriza-se. Olhar para dentro, saber que o meu corpo já não me pertencia! A morte, sorria. Gritava de vitória! O Homem, caminhava para o abismo! Partiu-me o coração. Estavam meninos e meninas de tenra idade ao meu lado. Eles, que deviam desfrutar da vida, partiram dos seus lares, das suas familias, do seu conforto

Eu, sou a morte. Eu, sou a destruídora de Mundos!

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Relatos da sociedade

Entristece-me! Entristece-me tanto! Olhar para um Mundo revestido de falsas vestimentas! Olharem-me e, dizerem para me esconder! Mas, o meu olhar, denúncia algo? O meu tom de pele, descreve histórias de, tempos longínquos? É a minha etnia! Não posso renunciar, aliás, não devo! O Mundo, é feito de padrões. Tu, és um desses principais padrões! Foi estranho! Ontem, marquei um encontro com um amigo de longa data. Dos tempos da primária! Recebera uma chamada. Tinha de ir a casa. - Não podes vir! - Não posso?! Porquê? - Os meus familiares, não sabem que estou contigo. - Ok. Eu fico, sem problema algum. Desde logo, estava à espera que, me fizesse eperar enquanto ele ía a casa. E, à partida, eu ía para casa e não vinha mais. Em pleno século vinte e um, ouvir e, saber isto, era devastador. - Tu, vens comigo. Anda! - Eu? Tens a certeza, Carlos? - Sim. E tu, "esconde-te". - "Uau"! Não respondi. Até lá, não opinei nada. - Espera aqui. O Silva, mantém-se calado. Esboçava uma enorme tristeza. A sua mente, viajava por Mundos que, não lhe pertenciam. A porta abre. - Ei, esconde-te! Não te deixes ver. Eles, não sabem que estás aqui. - Ok. Mas, leva-me já para casa. Não perguntes nada "amigo"... Ambos, vinham calados, até que, chegaram a casa. - Fica bem... - Silva? Que te fiz eu? - Amanhã, conversamos. Chega a casa, deita-se. Como é possível, haver ainda racismo? Como? Em pleno século vinte e um! Porra! As gerras culturais, já não foram demais? O Hitler, já não matou milhares de nós? O que, fizemos de tão grave ao Mundo, comparado às muitas politicas ocidentais? Será o nosso olhar? Contarão simples histórias, simples olhares? Não vivemos num Mundo, onde, somos todos iguais e, com mesmos direitos? Até quando, vamos julgados? Pela maneira de vestir, falar, opinar e, interagir com as nossas culturas? Pobre Mundo. Pobre "Homem". Eis que, segue para o abismo criado por sí revestidode padrões próprios e sem evolução.

Inspiration

Chega à rua, olha para o relógio. São oito horas, da manhã. Ainda há tempo de ir ver o Ângelo! O céu, está escuro, o Sol no seu majestoso brilho, envia os primeiros raios à Terra. Ao Porto! À cidade invicta! O telemóvel toca. Anne, apaga-se do Mundo. Fecha os olhos. Que céu tão claro! É o parque de Vila Flor. Em tempos escondera a mais bela e, apaixonante saga de amor do Universo! - Ângelo? Ângelo, olha para mim. Meu amor, há tanto tempo, Ângelo sorriu-lhe e partiu. De repente, tudo muda! Desconhece este lugar. Um vasto verde, nuvens em forma de anjo. A Natureza fala, alegra-se! Ao fundo uma ribeira. Água cristalina, peixes saltitam, o cheiro da flora. Sente-se tão bem, mas não mais do que estar acompanhada do Ângelo.

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