Viagens aos tormentos, às depressões, aos vazios, e ao drama! Ao amor, e à morte!

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Jul 17

Nação... que pobre estais! A vossa beleza são agora retalhos, de um passado que esbanjou e invejou a própria Veneza. Lágrimas de Portugal, vós que visteis suor e dor, onda andais? Confessai-vos a estas gentes, indignas de serem servidas. Têm-vos explorado o coração, oh nobre povo! Oh povo valente, que de vós resta a fama e a injúria. Nação, estais manchada de corrupção. Que Deus tenha compaixão desta pátria! Os homens não tiveram... um "irra" aos cobardes e às armas que destruíram a beleza com mãos dadas ao mediterrâneo. Têm-vos explorado como ratos na boca de felinos. Apraz-me dizer que não há solução. Os homens de armas voltam a ser cobardes, e os homens que gracejam naquele "Teatro" de regalias não são homens para comandar a Pátria. Os nossos filhos, choram "pelo pão de cada dia". Servimos como se nos chicoteassem e nos obrigassem a beijar aquela libra, manchada de sangue português. As províncias têm clamado pela grande injúria causada aos homens de barba. Salvai-vos oh pátria! Tirai-me deste sofrimento, que aflege este povo. Não deixais que vos ceguem, e que vendam o que é vosso, em troca de regalias lá no altar!

publicado por Ângelo Virtuosa às 09:01
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