Viagens aos tormentos, às depressões, aos vazios, e ao drama! Ao amor, e à morte!

12
Set 16

Eu sou a morte. Destruição desde o principio das Eras! Desde Cristo, antes da matéria, depois da ciência. Para, e pensa! Centra-te, no teu caminho. Desde o dia em que largas-te o choro, a tristeza vive! 

Não pode continuar assim. Fecha os olhos. Eu, era assim. Sabes, eu era feliz. Agora, vivo para além de sonhos, tornados pesadelos pelo Homem! Sonhei imenso. Sonhei com a paz, prosperidade. Por onde eu passo, levo tudo, não resta nada! Os sonhos? Eu enterro-os. 

Para novamente. Olha para o teu passado. Sorris. Era belo, majestoso, era vida! Depois que eu cheguei, já sabem!  Eu, sou a morte!

Naquele dia chuvoso, as nuvens estavam  tristes. Os pássaros, pararam de louvar à Natureza. O Sol, escondera-se! Temam todos a destruídora de Mundos! A morte... Eu, estava pálido. Sou um temente da escuridão, da solidão. Sem as pessoas pessoas que amamos, ficamos ali, sós. Para sempre!

Eu sou a morte! Faço sangue, ranger de dentes, medo, assombro. Esses, provocados pelo humano!

Estava ao lado de alguém especial. Ninguém me via! 

- Ei, eu estou aqui! Choro... choro. Sozinho, numa guerra provocado pela ganância Ocidental.

Foi o dia mais amargo dos Céus, o meu!

- Mãe... estou aqui. Não me abandones, tenho medo do escuro, de estar sozinho, de ficar sem ti! Mamã, vou sentir tanto a tua falta. Dos carinhos, que faziam de mim, o mais forte no luar mais tímido da Terra! Do teu dócil olhar. Tu compreendes-me. Nunca mais te vou poder fazer companhia. Até sempre mãe!

Os meus amigos infância, não me viam. Era estranho. O Homem, é horrivel, assassino!

Essa, a morte, consome corações. Humildemente um mau coração, tem percepção do horror que, uma vida vale! A vida,não tem preço. É algo fundado desde os tempos, desde Cristo, desde a Lei. Imagina tu, passei uma noite sozinho, ao meu lado, estavam crianças. Desanimados, tristes, uns choravam, outros olhavam na pobreza de um coração humano. Falta lago! Falta vida. Essa conquista-se, valoriza-se. Olhar para dentro, saber que o meu corpo já não me pertencia! A morte, sorria. Gritava de vitória! O Homem, caminhava para o abismo! Partiu-me o coração. Estavam meninos e meninas de tenra idade ao meu lado. Eles, que deviam desfrutar da vida, partiram dos seus lares, das suas familias, do seu conforto

Eu, sou a morte. Eu, sou a destruídora de Mundos!

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publicado por Ângelo Virtuosa às 14:56
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