Viagens aos tormentos, às depressões, aos vazios, e ao drama! Ao amor, e à morte!

15
Nov 17

- Queres mais puta? - Jonh fixa o seu olhar excitado e enervado sobre Helen.

- Quero! Fode-me! Só isso?! Não consegues mais? Hoje foste o único que não me conseguiu dar prazer!

- Puta! És uma puta! Uma cabra! "Tu és o único que hoje não me conseguiu dar prazer"? E tu és a única cabra que fodo hoje! Vira-te!

Jonh, cheio re raiva, vira-a numa posição lateral e pergunta-lhe baixinho ao ouvido:

- Anal, já exprimentaste?

- Hãn? Anal? Eu nunca fiz isso! Dói... tenho apenas 20 anos e nunca tentei exprimentar isso. Ah! Ai... estás a magoar-me! Ah.... dssss...

- Xiu! - Jonh, enquanto a penetrava, lembrava-se do amor que ainda sentia pela menina mimada que conhecera na escola primária. De si, saíam lágrimas de arrependimento, compaixão, pena, e ao mesmo tempo raiva. Não queria amar uma mulher assim! Ela gemia e deixava sair do profundo da sua alma uma enorme tristeza, acompanhada de lágrimas que comrrompiam o silêncio daquele quarto.

- Pára Jonh! Pára, por favor. Estás a magoar-me. Pára! Olha para ti! Um sentimento de raiva toma conta de ti.

- Raiva! Dizes que hoje fui o único homem que não te deu prazer, e não queres que fique assim?!

- Abraça-me...

- Não, deixa-me!

- Pára, hoje não fiz sexo com ninguém! Lembras-te que no inicio saiu sangue, e ainda continua a sair?

- Sim... era o pedríodo! Era, não era? Tu disseste que era.

- Não, não era... eu era virgem, até ambucado iniciar relações sexuais contigo. Eu era virgem! - Como? É impossível! - Mas era! Tens de acreditar em mim porra! Caralho! Achas que sou uma puta, a cabra que todos dizem que já foderam e levaram para casa? Olha para ti! Com 22 anos pareces uma criança a pensar. Jonh baixa a cabeça, estupefacto. - Olha para mim! - Nua, levanta-se e vai ligar a luz do quarto. - Olha para mim! Isso era o que os teus amigos queriam. Uma cabrões, uns filhos da puta que te invejam, e que me desejam. - Olha nos olhos do Jonh. - Nunca quis, nunca vou querer. Sempre souberam que te amava! Ao invés de te dizerem isso, iam em coro dizer-te que me tinham fodido! Falar é fácil... - Sorri. Realmente, Helen, tinha um corpo desejável, de sonho. Tenho os olhos verdes, era morena, e o seu cabelo era "mágico". Fazia com que todos os homens e mulheres a desejassem eternamente. - Eu também sempre gostei de tudo... amo-te. Mas quando amas alguém que se entrega a todos, ficas de pé atrás. Eu estava assim. Enquanto fazíamos sexo, arrependi-me. Sabes, esta é a certeza que depois de tantos anos, desde que entraste na escola, ainda és a pessoa que amo e guardo a esperança que possamos construir familia. - Jonh, sempre foste tu! Não entendes? Nunca me entreguei a ninguém, mas hoje não me arrependi de nada do que fiz contigo. - Se certeza? Entrega-te a mim, sê feliz comigo... - Sorri, e passa-lhe a mão naquela perna morena que o fazia desejar mais sexo. Ela aproxima-se, morde-lhe a orelha, dá um suspiro e diz: - Hoje sou toda tua, faz o que quiseres, fazem-me ter o prazer que sempre desejei ter contigo. - O Jonh morde o lábio, e passa-lhe a língua das mamas ao pescoço. - Tudo? - Tudo Jonh, menos vires-te dentro de mim. Prometes? Não faças asneiras. - Ah ah agora! Porque o haveria de fazer? Tenho cara de irresponsável?

- Hum...

- Helen, desculpa a brutalidade de ambocado. Amo-te...

- Calata-te, beija-me, faz-se ter o prazer que nunca tive.

Jonh fixou o seu olhar nas grandes e escitadas mamas da sua amada, e encostou-a à parede.

- Preservativos, tens mais?

- Confia em mim, xiu... - Leva-a até à sala do seu apartamento luxuoso, e senta-a na mesa de vidro, oferecida pela elite maçónica que fazia parte.

Beija-a, cupa-lhe as mamas.

- Pára, pára... tens chantilly?

- Tenho... espera aqui.

Dirige-se à cozinha e trás uma "embalagem" de chantilly. Passa-lhe na boca, no pescoço, nos bicos das mamas, e segue em linha até ao clitóris.

- Hân... aaah... amo-te... chupa-me! Jonh faz-me chegar ao orgasmo..

Ambos nus, ele deixa ir a sua língua desde as mamas à vagina. Ela tremia de prazer, enquanto Jonh lhe fazia sexo oral.

De seguida, conduziu os seus dedos à boca de Helen, e leva-os novamente à vagina. Estava molhada, e enquanto Jonh a chupava, ela excitava-se mais a cada segundo.

- Mete-te de quatro...

Ela apoiou-se na mesa, e abria as pernas enquanto se metia de gatas.

Ele acariciava-lhe a vagina com os dedos, e deixava cair a ponta da língua no clitóris molhado de Helen.

- Aaaaah! Quero mais, dá-me mais! 

O Jonh agarou-a pelo cabelo, puxou-a para trás e voltou a chupar novamente.

Atingia o orgasmo em cinco minutos.

- Agora é a tua vez, aceitas?

- Vamos para o quarto... - Já no quarto ele continuou em pé. - Deita-te e não te mexas.

Ela deitou-se no fundo da cama, e passou os lábios no pénis do Jonh. Com a língua, lambia o esperma que saia do orificio peniano.

- Tão bom. Pensei que isto fosse enjoativo.

- Ah, ah, ah! Só tu mesmo Helen.

- Cala-te e prepara-te para receberes o melhor sexo oral da tua vida.

- Tão grande... Ela continuou a chupar até que decidiu inseri-lo todo dentro da boca.

Ficou tímida quando ele olhou para ela e pediu mais.

- Não tenhas vergonha, continua.

Ela xupava, mordia, lambia, e fazia xupões, enquanto o pénis continuava teso.

- Que caralho tão bom! Adoro! - Ela sorriu, e começou também a "chupar-lhe" os testículos. - Quando te estiveres a vir, avisa...

- Estou quase...

Ela volta a meter o pénis na boca,  até tentar chegar com ele ao fundo da garganta, fazendo um movimento vai-vém muito rápido. Aguniou-se.

- Já está, Helen!!! Aaaaaaaahn...

Da boca dela, transborda esperma que acaba de sair do pénis do seu amado.

Engole um pouco. O resto que estava nos lábios, ela começou a limpar com a própria língua.

- Deixa-me ir também limpar a mim...

- Jonh, deita-te eu limpo mais uma vez e vamos continuar. Estou tão excitada, quero que me faças vir com o teu caralho que me enche de tesão. Começa com calma, tu sabes o porquê.

- Prometo... - Beija-a.

Depois de o chupar novamente para o "limpar", meteu-se em cima dele.

- Mte com calma, por favor! - Ela, com medo, meteu da sua própria saliva na vagina, para escorregar melhor. - Ai, ai, aaaaah... vai!

Enquanto fodiam, beijaram-se. 

Chuava-lhe as mamas, mordia-lhe a língua, e fodia cada vez com mais força.

Enquanto ela gemia, ele masturbava-a, mexia-lhe no clitóris com os dedos e levava-a à loucura.

- Fode-me! Com mais força, vá lá. Vem-te dentro de mim! Mete-me esse caralho todo. Ai! Aaaaah!

- Vai tu para baixo amor...

Ela saiu de cima dela, mas ainda houve tempo de lhe chupar novamente o caralho que a deixava louca, molhada e totalmente excitada. Ele chupou-lhe as mamas e deitou-a.

- Abre as pernas... - Jonh continuava apaixonado pelo olhar de Helen. Nunca a conseguiu esquecer. Aquele cabelo, aquele tom de pele tão moreno, a pele tão macia. Deixava-o louco de amor.

Começa a beijar-lhe o pé. Mete a língua na perna e começa a subir devagar. Ambos dão suspiros de excitação. O cheiro dela deixava-o ainda mais excitado!

Chega às virilhas. Passa-lhe a língua. Estava depilada não fazia muito tempo. Olhava para ela, e via o quão poder tem uma mulher no sexo.

Abriu-lhe a vagina com os dedos, e meteu lá a língua. Lambia para cima e para baixa. A sua língua envolvia-se com a vagina de Helen. Chupava-lhe o clitóris novamente, e sugava o liquido que saía da vagina de Helen.

Antes de iniciar a penetração, massajou-lhe e chupou-lhe os lábios vaginais. Meteu novamente os dedos e fê-la atingir outro orgasmo. Os seus gemidos ouviam-te em todo o apartamento.

- Aaaah! Não aguento! Ai... estou tão molhada, e já me vim novamente. Vem-te dentro de mim para irmos dormir... hânnn!

Transpiravam imenso, estavam cheios de vontade! O Jonh queria-se vir para irem dormir.

Levantou-se novamente. Meteu-se em cima dela e abriu-lhe as pernas para iniciar a penetração.

- Pára, vou-me posocionar de lado. Fodo melhor assim, doiem-me muitos as pernas, vá lá.

De posição lateral, afastou um pouco a perna dela, e meteu lá dentro o seu pénis. Começou a penetrála novamente com força. Jonh estava com fome de sexo.

Puxava-lhe o cabelo, mordia-a, beijava-a. De repente, ela sente contrações dentro da sua vagina. Ele acabara de ejacular dentro da vagina dela.

- Já te vieste? Estou a sentir-me colada e muito molhada em baixo.

- Já. Desculpa. - Tirou o pénis, e ainda saiu esperma para cima do cu dela.

Ela afastou-se, e o esperma dele escorria pela sua vagina fora.

Limpou-se numa toalha, estava muito cansada.

- Amo-te, nunca me abandones, és o homem que sempre quis e sempre desejei.

Beijaram-se e adormeceram abraçados.

publicado por Ângelo Virtuosa às 14:11
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10
Out 17

Os ciganos, espalharam-se pelo Mundo a partir do século IX/X. São um povo descendente da Punjab (Índia), fronteira com o Paquistão. Fugiram para a Europa, das grandes invasões islâmicas à Índia, no século IX. O Povo cigano, sempre teve um idioma próprio, tradições próprias (um pouco islâmicas), e uma cultura milenar. Por "obrigação" do Estado Português e da sociedade na Alta Idade Média, o povo cigano sempre foi descriminado, perseguido, e oprimido. Acima de tudo, o Estado tentou eliminar toda a cultura cigana. Era proibido "falar-se" cigano no Reino, ou a morte seria o seu fim. O objectivo da Coroa, era exterminar oa ciganos. Nos séculos decorridos, na Era dos Descobrimentos, os ciganos eram enviados por navios enormes (Galeões), para as antigas colónias portuguesas, sob tortura e para povoarem as terras da Coroa. As crianças, eram separadas da familia. O homem da mulher, a avó dos netos, etc. Às mulheres, eram feitas técnicas para as deixarem estéreis para que não tivesse mais filhos. Tudo para tentarem eliminar os poucos ciganos que havia no reino. Como sabemos, os ciganos sempre foram conservadores, e sempre tiveram por hábito ter muitos filhos. Era quase uma tradição! Agora vamos ao século XX, a política social dos Bairros Sociais. Vim falar dos Bairros Sociais, e das (muitas) falhas políticas e oportunistas. Oportunistas no sentido de "agarrarem" numa minoria, e fazerem uma política social muito suja para ganharem uns votos e passarem por "bons" políticos. Que erro! Os sucessivos governos, depois de setenta, foram péssimos. Pricipalmente na (péssima) integração da Comunidade Cigana na sociedade portuguesa e nos Bairros Sociais. De sociais, nunca tiveram nada. Não trouxeram benefícios, a não ser quatro paredes e um tecto. Isso fez com que os moradores destes Guetos nunca se integrassem completamente! Repito, foi uma política muito oportunista e populista! Perante os ciganos, uns analfabetos, foi! A partir do século XX, foram integrados nestes Guetos centenas de familias ciganas. Integrar estas famílias num Bairro Social, foi um desastre, um erro social enorme! Ainda hoje pagámos por isso. Os ciganos precisavam de se integrar na sociedade, e não ser excluídos "fora" da sociedade e das zonas urbanas. Montaram os ciganos nuns Blocos do Estado, como quem deita um cão à Selva. Esta política social, destinguiu-se em enormes falhas. Enviá-los para estes Guetos, foi auto-excluílos do seio da sociedade. Foi dizer-lhes para ali ficarem e pronto! Não foram criadas soluções socias para os moradores destes verdadeiros guetos pelo Estado, pelo Governo! Não criaram soluções a longo prazo para a integração dos ciganos na sociedade, na educação, no trabalho! Agora, pagamos caro por isso, até que há pouco tempo começaram a ser discutidas indirectamente políticas sociais e de reintegração para a etnia cigana. Por exemplo, agora 50/90% dos ciganos estudam. Também existem ciganos no Ensino superior prestes a terminar licenciaturas, e a inserirem-se no Mercado de Trabalho. Não houve, ninguém discutiu os problemas que poderia dar um Bairro Social, uma comunidade fechada da sociedade, no século XX. O Estado pensou para si, como "mais um voto"! Para a sociedade, quem mora num Gueto é preto, marginal, cigano, ladrão, traficante, ou então não se quer integrar. Este é o ainda pensamento da sociedade. O Estado, nunca pensou a longo prazo. Aliás, os próprios Bairros Sociais foram concedidos para rusgas ligadas ao tráfico de droga. Todas as pessoas que o Estado lá inseriu, foram pessoas que não tinham poder político e judiciário para dizer "chega"! Os Bairros Sociais foram tão mal pensados e projectados, que sempre que alguém diz ser preveniente de lá, é olhado com desconfiança e medo. Hoje ainda acontece isso. O Estado foi oportunista!

publicado por Ângelo Virtuosa às 18:45
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03
Out 17

Ontem, como em tantas outras noites, pensei em ti... A noite estava bela, as estrelas brilhavam, e nós continuávamos "separados". Os astros mostraram-me o caminho da magia, da felicidade. Eu... eu só tento compreender o Mundo, a minha mente, e tu. Às vezes, dou por ti tão serena, tão alegre... pobres os que não te conhecem. Eu! Eu que dou por ti a chorar tantas vezes. Triste, sem vontade de viver. Vejo em ti um mar revoltado, um Universo incompreensível. Um dia destes, sonhei contigo. Contaste-me a dor da tua depressão! Revoltei-me, rasguei o orgulho que há em mim, e gritei! Gritei ao meu mundo, ao Universo, à Natureza. Refugiei-me neles e contei-lhes também a depressão que me tem abatido, que me tem tirado a vontade de sonhar. E acordei... acordei e beijei-te a face. O teu sono era tão profundo e tão triste. Vi em ti tantas mágoas que te têm levado às injúrias da vida, do destino, do amor! Enquanto te acariciava e mexia no cabelo, dei por mim em lágrimas. Também sou arrastado pelas injustiças da vida e pelo fardo que novamente carrego! Afinal, somos dois depressivos que se completam, e sorriem para não chorarem. A depressão prende-te para que não possas amar. Não sei se o pretendes, mas em ti, vi muita amargura. Tudo por descobrires o fascínio de quem te quer amar! Deixa a depressão que te arrasta, e sê feliz comigo! Eu sei, que à noite a depressão volta sempre. Não foi ainda só uma noite que te ouvi chorar em prantos, pela dor que te arrasta aos confins da escuridão e da infelicidade. O teu oceano, é uma caixa secreta que só tu e Deus entendem. Esquece tudo, foge comigo. Eu juro que voltei a acreditar no amor, na felicidade, na vontade de abraçar, e acima de tudo, de poder construir o meu destino contigo. Maldita depressão que me arrasta noite após noite e não me deixa decifrar o prazer e a algria que sinto quando estás comigo.

publicado por Ângelo Virtuosa às 17:34

11
Set 17

Aos males do Mundo... a paz, a concordância, e o amor. Guiado pela obscenidade, pelo ódio, pela ignorância. Ao nosso amor! Clamo às profundezas da Terra, à inocência das crianças. As lágrimas não saram as feridas que te corromperam a alma, a criança que há em ti. "Socorro! Anceio o amor, e o teu abraço." Hoje, sonhei contigo. Senti que estavas ao meu lado. Sorriste-me! Um arrepio, subiu-me pela alma. Um frio negro tomou conta da minha felicidade. Passou-me a mão. Arr! Juro que era o próprio Diabo. Tentei acordar, e não consegui. Faltaram-me as forças. Senti que era e sou incapaz de afugentar o mal que me amarra à frieza, à ignorância, ao rancor, e ao ódio. Mas a ti não! Tudo, menos tu... Tu, és a única pessoa que me faz sorrir, e gritar ao mundo que nada temerei. Nem a perda nem a morte! Tudo, menos perder-te a ti. A tua familia não quer, mas um fia destes contatmram-me um segredo. Eu juro, que aquele rosto era muito familiar. "Apraz-me dizer a vossa senhoria, que ele teme sofrer, ficar só. Aos olhos dos que lutam contra toda a insanidade, o mundo está prestes a terminar." Foi tudo tão estranho... aquilo era a Idade Média! Os trajes daquele velho faziam-me temer a vida, a liberdade, e o amor! Como se fosse o condutor da alegria que fez parte de mim. Enganam-se, os que tentam oprimir o amor! Ah, o amor! A crença de que o mal não está presente. Digam a esses tolos que o medo, a perda, a traição e a morte são omnipresentes! Ah ah ah! Pobres! Seus ignorantes! Não me falem de amor! Já não sei o que é isso. O meu coração, a minha destreza, e a minha bondade fugiram de mim. Faz tempo... Acerca-me o mal. Pobre de mim! Eu é que anseio o mal. As lágrimas, corrompem-me auando tento sorrir. Depois disto tudo, eu choro. Tornei-me fraco... As amrguras da vida, têm-me transtornado, abatido. Têm-me sofrer tanto. Socorro! Sinto que este não sou eu. Eu não sou assim, eu nunca fui assim. Gostava de receber um abraço, e que tudo voltasse a ser como antes! Mas não dá! Lamento, perdoa-me eu já não aguento viver na mentira. Depois de tantas coisas passadas na minha vida, uma delas é a certeza de ser feliz. Bela, faz a tua vida. Sê feliz, só não me esqueças. Não esqueças o nosso eterno amor. Nunca!

publicado por Ângelo Virtuosa às 14:08
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18
Ago 17

Correm-me as lágrimas pela amargura do destino! O sentimento que me abraçava todas as noites, sumiu. Não entendo... já não entendo o amor! É uma maldição, aos olhos dos que nada têm e dos que nada vão ter. É blasfêmia aos que querem muito! Do mar da minha alma, grito à minha mente. Navega sem mim, sem o espírito da felicidade, com a dor, a agonia e o choro que os pesadelos me têm acompanhado! Insanos! O Homem que não crê no amor, é insano! Porém eu admito, sou tudo o que desejam, só não acredito nessa blasfêmia que é o amor. A blasfêmia que acompanha os homens maus! Que abraçam, sorriem, choram, cantam, enganam e dizem que amam! Saudade, hoje vieste falar comigo... perdoa-me fui obrigado a virar-te costas, a gritar, e a refugiar-me onde não me encontras! Saudade, perdoa-me porque eu não sou capaz de o fazer. Tu és o passado, o choro, e as lágrimas que saiem do coração do Homem em desespero! Hoje perante a destreza e a ironia da vida, apresento a minha ira e volto a chorar. Lamento-me novamente ao meu mar de agonia, de tristeza, e das lágrimas. Pelas viagens do tempo, ouvi que só os homens fortes choram. Hoje acordei, e olhei para a imagem da tristeza, e da saudade... juro que não é muito longínqua! Mas o coração virou-me costas, deixou-me sem forças e acompanharam-ne de novo as lágrimas. Caminho para o abismo, para onde os bons desejam, sem que tenham pecado ou feito tudo mal!

publicado por Ângelo Virtuosa às 14:34
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